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Blog de Isabel de Cássia Santos Ribeiro


 
 

http://www.semanaglobal.org.br/Index.aspx

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Saiba as novidades da Semana Global do Empreendedorismo de 2009



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Escrito por Isabel Ribeiro às 14h08
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Recém-formandos, capacidade empreendedora, autonomia e solidariedade

Recém-formandos, capacidade empreendedora, autonomia e solidariedade

Isabel Ribeiro*

Estamos vivendo num mundo marcado por uma série de dinamismos que configuram o ingresso da humanidade numa nova etapa do processo civilizatório: globalização dos mercados; ingresso na era pós-industrial; além de continuadas mudanças no plano cultural e espiritual.

Segundo Ítalo Gastaldi, citado por Costa (s/d) o grande desafio da educação no nosso século reside na questão dos valores, ou seja, na capacidade de as gerações adultas possibilitarem aos jovens identificar, incorporar e realizar os valores positivos construídos ao longo da evolução da história humana.

A combinação globalização e inovação tecnológica acarretou um elevado custo social, que é pago, principalmente, pelos mais pobres. O enorme crescimento da exclusão social tem desfiando a humanidade conciliar a agenda da transformação produtiva, com a agenda da equidade social, que é essencialmente ético-política. (Costa, s/d)

A formação de um novo homem autônomo e solidário, capaz de conciliar uma agenda de transformação produtiva e com equidade social irá requerer que deixemos de ser apenas um expectador ou um receptor de conteúdos e informações, exigindo envolvimento e desenvolvendo iniciativas; decidir e fazer opções, como pessoa e como cidadão. Isso, conseqüentemente, propiciará a formação de seres humanos autônomos, solidários e competentes.

O Sistema Sebrae, precisamente nos processos de educação para o empreendedorismo, adotou as práxis educacionais apresentadas pela UNESCO, comungando também com os principio defendidos através das teorias educacionais cognitivas.

De acordo as teorias cognitivas, mais do que acumular uma carga cada vez mais pesada de conhecimentos, o importante agora é estar apto para aproveitar, do começo ao fim da vida, as oportunidades de aprofundar e enriquecer esses primeiros conhecimentos num mundo em permanente e acelerada mudança.

De acordo com a Unesco, a educação no século XXI terá como fundamento quatro pilares;1.Aprender a Ser; 2. Aprender a Conviver; 3. Aprender a Fazer; 4. Aprender a Conhecer: o que significa aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida. Para dar conta da missão que os tempos lhe impõem, o ser humano deve ser capaz de organizar-se em torno de quatro grandes defendidos pela Unesco.

Daí emerge as quatro competências que serão exigidas para os jovens recém-formados.  Para serem autônomos, solidários e competentes, os recém-formados deverão desenvolver: Competência Pessoal (aprender a ser); Competência Social (aprender a conviver) Competência Produtiva (aprender a fazer); Competência Cognitiva (aprender a aprender). (Wickert, 2006)

Diante desses novos desafios e tendências, os recém-formados devem desenvolver competências e habilidades para a compreensão do outro e a percepção das interdependências: realizar projetos comuns e preparar-se para gerir conflitos - no respeito pelos valores do pluralismo, da compreensão mútua e da paz.

Costa (s/d), citando os Códigos da Modernidade de Bernardo Toro e as Mega-Habilidades formuladas pela equipe do CLIE (Centro Latino-Americano de Investigações Educacionais) traça prefigurações realistas do perfil exigido de cada ser humano, para trabalhar e viver numa sociedade moderna.

Citamos os que consideramos mais importante para os recém saídos das faculdades:  acessar informações e trabalhar em grupo. Confiança: sentir-se capaz de fazer; Motivação: querer fazer; Disposição de trabalhar duro; Superar dificuldades; Fazer o que deve ser feito; Fazer correto; Iniciativa: passar da intenção à ação; Perseverança: terminar o começado; Altruísmo: sentir preocupação pelo outro; Sentir Comum: Ter bons critérios ao avaliar e decidir; Solução de Problemas: por em ação o que sabe e o que é capaz de fazer.

Com esses atributos em prática os recém-formados estarão contribuindo para compor uma sociedade formada por seres humanos autônomos e solidários.

* Isabel Ribeiro é economista, mestre em Tecnologias Ambientais com Foco em Produção Limpa; Coordenadora da Unidade de Apoio à Rede de Atendimento Empresarial do Sebrae e Professora das Faculdades Ibes e Facsal.



Escrito por Isabel Ribeiro às 13h36
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http://www.intercon2009.com/cobertura/

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Evento interessante sobre novidades no mundo ponto.com



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Escrito por Isabel Ribeiro às 23h15
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Mudanças Tecnológicas e Demográficas e Oportunidades de Negócios

 

Mudanças Tecnológicas e Demográficas e Oportunidade de Negócios

Isabel Ribeiro[i]

 

No cenário atual de inovação continuadas e aceleradas não se pode desprezar as fontes de mudança que oportunizam a criação de negócios, entre as quais podem ser citadas as inovações radicais, novo conhecimento científicos, convergência de tecnologias (ex.: nanotecnologias; genética; biosensores), além das alterações culturais, políticas e regulamentares, de estilo de vida (ex.: energias renováveis) e mudanças nos mercados provocadas por alterações demográficas e de preferências (ex.: envelhecimento da população; alimentação saudável; exercício físico), desregulamentação (ex.: transporte aéreo; serviços financeiros) e complexificação das cadeias de abastecimento e distribuição.

 

São, entre outros, exemplos de tendências de mudança tecnológicas correntes susceptíveis de gerar oportunidades de negócio: Ciências da Vida: engenharia genética, biometria, células estaminais; Difusão e alargamento do âmbito de dispositivos wireless; Novas Tecnologias de Interação: interfacecom computadores e outros dispositivos por via de reconhecimento de voz; softwarede segurança; smartcards; Dispositivos de identificação e segurança para pessoas e bens; Nanotecnologia e biosensores; Robótica: utilização em tarefas de monitorização e salvamento e segurança (ex.: incêndios e ameaças terroristas); Energia: hidrogênio e hidrocarbono (fuel cells).

 

O envelhecimento acelerado da população, a ascensão das classes médias dos países em desenvolvimento, o aumento da diversidade étnica e cultural nos centros populacionais, o aumento da diversidade religiosa e da variabilidade do impacto da religião sobre escolhas sociais e políticas, a crescente convergência ao nível do acesso a educação e ao conhecimento científico e o papel cada vez mais predominante das mídias e das tecnologias virtuais no dia-a-dia de pessoas e empresas também são mudanças sócio culturais correntes que oportunizam a criação de novos negócios.

 

Para que essas oportunidades encontrem terreno fértil para florescer e prosperar o desenvolvimento da economia, deve-se implementar políticas públicas que promovam o empreendedorismo, a inovação, a eficiência de gestão, a criação de emprego e a procura de novas oportunidades de trabalho e de negócio.  

 

A redução da dimensão do setor público, fomentando o desenvolvimento do setor privado; a promoção da inovação e do desenvolvimento tecnológico, aliada com a articulação entre as empresas e as instituições de ensino superior; o  desenvolvimento de um ambiente jurídico e fiscal competitivo e desburocratizado que também    valorize a criação e a acumulação de riqueza que propicie o reinvestimento e atraia capitais externos para atividades produtivas que disseminem pelo espaço nacional novas tecnologias e atividades de alta produtividade; a    facilitação do acesso a financiamentos, principalmente para segmentos de interesse estratégico nacional ou local; e a  ampliação da internacionalização da economia, de forma seletiva, coordenada e objetivada, incluindo os empreendimentos de porte micro e pequeno a partir do   fomento às ações conjuntas com a iniciativa privada - empresas e associações empresariais - orientadas para a internacionalização da economia baseada em produtos âncora e em casos de sucesso que favoreçam  o lançamento e estabelecimento de marcas próprias e na afirmação da Marca Brasil no comércio exterior, são medidas que devem ser adotadas  no âmbito governamental, pois  são fatores decisivos para o desenvolvimento do empreendedorismo.

Às instituições de ensino e pesquisas cabem outras funções de importância igualmente determinantes como:    promover a inovação e o desenvolvimento tecnológico e    investir na formação e na qualificação dos recursos humanos, através da inserção de jovens técnicos qualificados em setores específicos, principalmente aqueles que agreguem valor ao nosso produto no comércio exterior.

Ao Sistema Sebrae cabe continuar cumprindo a sua missão, complementando a atuação do governo e ao lado das instituições de ensino e pesquisa, aprimorando e intensificando cada vez mais ações que divulguem informação sobre boas práticas aliadas às novas tecnologias e casos de real sucesso,   incentivem o espírito empreendedor, estimule o empreendedorismo de base tecnológica e com alta densidade de inovação,  promovam a  adaptação dos empreendimentos de micro e pequeno porte do comércio tradicional às novas exigências da competição internacional e fomente as ações conjuntas entre MPEs focadas no comércio exterior  e associações empresariais  orientadas para a internacionalização. Não se pode deixar de mencionar a necessidade dessa instituição dar continuidade a sua atuação articulada com as entidades representativas de classes empresariais e agremiações política para melhorar a ambiência legal, fiscal, tributária, trabalhista, previdenciária e de acesso ao crédito para os empreendimentos de micro e de pequeno porte. A Lei Geral das MPE e seus desdobramentos como a redução de alíquotas, com diminuição da carga tributária (Simples Nacional), a promoção do acesso a mercado através das compras governamentais, a instituição da figura do EI – Empreendedor Individual, da Sociedade de Propósitos Específicos e da Sociedade de Garantia de Crédito, é um exemplo prático dessa forma de articulação. Para que mais avanços sejam conquistados as lideranças empresariais precisam estar capacitadas e articuladas. O Sistema Sebrae precisa continuar atuando na formação e capacitação dessas lideranças, estimulando de forma incisiva as alianças estratégicas e as práticas de cooperação entre os atores desse segmento.

Referências Bibliográficas:

BATISTA, Rui. Empreendedorismo de Base Tecnológica - Instituto Superior Técnico, 2006. Disponível em: < http://in3.dem.ist.utl.pt/pp/rbaptista/0607ebt/files/4_2.pdf>. Acesso 04/10/09

http://portal.ipvc.pt/portal/page/portal/ipvc/ipvc_empreendedorismo/ipvc_empr_o_que_e/ipvc_empr_politicas_publicas_de_apoio_ao_empreendedorismo>. Acesso 04/10/09



[i] Isabel Ribeiro é Economista e Mestre em Gerenciamento Ambiental com Foco em Produção Mais Limpa, Coordenadora da Unidade de Apoio à Rede de Atendimento Empresarial do Sebrae Bahia e Docente nas Faculdades IBES e FACSAL.



Escrito por Isabel Ribeiro às 11h42
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Impactos econômicos do Bolsa Família

Impactos econômicos do Bolsa Família

O jornalista Fernando Dantas publicou no Estado de S. Paulo desta sexta-feira uma reportagem com os resultados de um estudo recente sobre os impactos do programa Bolsa Família na economia. A conclusão do trabalho é que, o acréscimo no valor dos benefícios pagos, entre 2005 e 2006, de RS 1,8 bilhão, resultou num crescimento adicional do PIB, no período, de R$ 43,1 bilhões. Resultou também em receitas tributárias adicionais de R$ 12,6 bilhões. “O ganho tributário”, escreveu Dantas, “é 70% maior do que o total de benefícios pagos pelo Bolsa Família em 2006, que foi de R$ 7,5 bilhões.

Esses cálculos foram feitos pelo economista Naercio Aquino Menezes Filho, coordenador do Centro de Políticas Públicas, do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), o antigo Ibmec-São Paulo, que também é professor na Faculdade de Economia da USP, e  por seu aluno na graduação do Insper, Paulo Henrique Landim Júnior. É de se notar que o Insper e Naercio filiam-se a correntes do pensamento econômico situadas a anos-luz de distância das teorias heterodoxas ou mais à esquerda e não têm nada de lulistas.

Não é novidade que programas bem focados de transferência de renda, como é o caso do Bolsa Família, produzem relevantes efeitos multiplicadores no conjunto da economia. Isso só não é verdade para os que não conseguem levantar o véu ideológico que tolda a visão sobre os programas de inclusão social, para os que resistem a repartir melhor a renda produzida ou para os cegos pelas paixões partidárias. Faltava, porém, uma medição quantitativa da dimensão do impacto econômico específico do programa Bolsa Família.

Pois bem, segundo as estimativas de Menezes e Landim, um aumento de 10% no repasse médio per capita do Bolsa Família leva a uma expansão de 0,6% do PIB, no ano em que ocorre o aumento e no seguinte. Em outras palavras, ou melhor, em outros números, cada R$ 0,04 do Bolsa Família aumenta o PIB em R$ 1.

Fica assim provado, com números, que o “assistencialismo” do Bolsa Família move profundamente a economia. Com a vantagem de que, como indicaram os cálculos de Menezes e Landim, o setor mais positivamente impactado é o da indústria – aquele em que os empregos são de mais qualidade. Enquanto no PIB agrícola cada 10% a mais nos repasses do Bolsa Família não apresenta impactos significativos, o efeito nos serviços é de 0,19% no PIB setorial. No PIB industrial, onde o impacto é maior, efeito multiplicador de cada 10% adicionais nos repasses do programa atinge expressivos 0,81%.

Uma tentativa leviana, mais ou menos recente, de confundir o Bolsa Família com programas de distribuição de cestas básicas, a partir de uma declaração crítica de um Lula ainda na Oposição, em relação à distribuição pontual de comida, tem sido largamente disseminada pela internet, via YouTube. Intelectuais de viés conservador utilizam o vídeo como gancho para sustentar suas retorcidas teorias anti-inclusão social e de preservação da renda em mãos de poucos. Com os dados agora disponíveis, o falatório reacionário fica apenas lamentavelmente ridículo.



Escrito por Isabel Ribeiro às 09h52
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Impactos econômicos do Bolsa Família

http://colunistas.ig.com.br/jpkupfer/2009/10/16/impactos-economicos-do-bolsa-familia/

Dismistificando o assistencialismo:"um aumento de 10% no repasse médio per capita do Bolsa Família leva a uma expansão de 0,6% do PIB, no ano em que ocorre o aumento e no seguinte. Em outras palavras, ou melhor, em outros números, cada R$ 0,04 do Bolsa Família aumenta o PIB em R$ 1."



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Escrito por Isabel Ribeiro às 09h49
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Entrevista Prof Milton Santos Sobre Globalização

http://www.youtube.com/watch?v=bBalW_Z6D8E&feature=related

Entrevista Milton Santos sobre Globalização Vale a pena assistir e refletir



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Escrito por Isabel Ribeiro às 12h08
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KM Brasil 2009

http://www.kmbrasil.com/downloads/Sebrae_Ba_Relato_Tecnico.ppt

Data: 23 a 25/09/09 - Hora: das 08:00 às 18:00

Local: Bahia Othon Palace - Salvador - Bahia

No dia 23/09/09 às 15:00 estarei apresentando relato técnico, juntamente com outras duas colaboradoras do Sebrae Bahia - Rita Araújo e Cássia Geraldi

Título: Organizações baseadas em conhecimento - lições aprendidas a partir da experiência da reformulação do Portal Sebrae Bahia: avanços, limitações e novas perspectivas

Resumo: Este relato técnico aborda aspectos relacionados à temática organização baseada em conhecimento. Além disso, apresenta as lições aprendidas pelo Sebrae Bahia ao tentar fazer os colaboradores revisar seus modelos mentais para disponibilizar conhecimentos especializados para o público-alvo beneficiário da instituição, a partir da reformulação do seu site. Estão expostos nesse relato, os avanços e as limitações decorrentes do referido processo, propondo melhorias contínuas, de modo que a nova arquitetura de informação do Portal Sebrae sirva como referência especializada em conhecimento sobre empreendimentos de micro e pequeno porte para os colaboradores e clientes da organização.



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Escrito por Isabel Ribeiro às 23h49
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Publicações já Indicadas

 
http://www.oitbrasil.org.br/topic/green_job/doc/cartilha_empregos_verdes_15.pdf

 

 

http://www.teclim.ufba.br/site/publicacoes.php#4



Escrito por Isabel Ribeiro às 13h40
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PRATA DA CASA - Construindo Produção Limpa na Bahia

http://www.teclim.ufba.br/site/publicacoes.php#4

Classificação:

O livro contém 29 artigos agrupados nos temas: Fundamentos da Produção Limpa; Indicadores Ambientais para o Desenvolvimento Sustentável; Gestão Ambiental com Foco na Produção Limpa; Racionalização do Uso de Água e Energia na Indústria; Produção Limpa na Indústria e Ecologia Industrial; Práticas de Produção Limpa em Serviços Públicos; Racionalização e Reuso de Água Intradomiciliar; Produção Limpa na Construção e Estratégias de Desenvolvimento Sustentável com Envolvimento da Comunidade. Entre os 29 artigos consta 01 da minha autoria.



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Escrito por Isabel Ribeiro às 13h33
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Será a micro e pequena empresa uma "invenção" do grande capital?

Vejam abaixo uma síntese do pensamento dos  professores da Unicamp que nos leva a essa reflexão e comentem o assunto:

CONCEITO E ESPAÇO DA PEQUENA EMPRESA NA ESTRUTURA INDUSTRIAL

 (Maria Carolina de Azevedo Ferreira de Souza, Leonel Mazzali, Miguel Juan Bacic – Professores da Unicamp)

 

Fica evidente que é inadequado o tratamento das pequenas empresas como um bloco homogêneo (ou como uma “questão geral”), seja no que se refere às condições que explicam sua sobrevivência e seu crescimento, seja no âmbito das medidas de política econômica voltadas à sua promoção. O importante passa a ser não o porte, mas antes o potencial de contribuição para a obtenção dos resultados planejados para o desenvolvimento.

 

O pequeno negócio é considerado uma entidade específica, com problemas administrativos substancialmente distintos dos da grande empresa, com destaque para: estrutura administrativa centralizada; estratégias intuitivas e de curto prazo; baixa especialização; simplicidade e informalidade do sistema de informação e atuação em mercados locais.

 

Isoladamente o tamanho não é uma variável suficiente para definir se uma empresa necessariamente forma parte de uma população de pequenos negócios. A idéia, por exemplo, de que o proprietário de uma pequena doceria com 2 empregados,  o proprietário-gerente de uma empresa de eletrônica high tech, com 10 empregados (metade dos quais possui phd), e um fazendeiro com 300 acres, 2 empregados,  mais trabalhadores temporários, compartilham as mesmas visões de mundo, os mesmos problemas organizacionais e trabalhistas  é claramente  questionável. Pretender uma homogeneidade das empresas que integram o segmento das pequenas empresas, é contraditória com a profunda heterogeneidade que marca o segmento.

A característica central que define e delimita o pequeno negócio pode ser encontrada, nas restrições/barreiras que o segmento enfrenta, vis a vis o segmento das grandes empresas. Uma fonte de ‘especificidade’ provém da impossibilidade de acesso aos vários tipos de economias de escala e outra, também constatada a partir da observação empírica provém das influências culturais que restringem e conformam a ação da administração do pequeno negócio.

A passagem de pequena para grande empresa requer a superação de consideráveis barreiras, na medida em que as vantagens inerentes à primeira – as vinculadas às economias de escala e as referentes às condições de acesso às fontes de financiamento – não são elimináveis e não são acessíveis (ao menos em iguais condições) a pequenas empresas.

As pequenas empresas estariam, portanto, limitadas tanto com relação ao volume de financiamento concedido quanto – o que é mais importante em se tratando da decisão de expansão – ao prazo de amortização dos empréstimos; o acesso ao mercado de capital de longo prazo teria custo proibitivo para as pequenas empresas Isso potencializa os riscos inerentes à decisão de ampliação, fazendo com que muitas vezes boa parte dos investimentos seja financiada com recursos próprios, normalmente, em detrimento do capital de giro. Explica-se assim, em grande parte, a alta taxa de mortalidade no segmento das pequenas empresas.

O grande capital empresarial não brota do chão (sua oferta não é elástica); depende do crescimento do capital já existente. Assim, embora as pequenas empresas percam terreno continuamente, o processo é lento. A convivência de empresas de diferentes tamanhos no mercado não deixa dúvidas sobre as condições adversas às pequenas empresas, ressaltando que as assimetrias favorecem as grandes empresas (o grande capital).  Isso, todavia, não pode ser entendido como uma tendência inexorável ao desaparecimento definitivo das pequenas empresas enquanto pequeno capital.

 



Escrito por Isabel Ribeiro às 07h23
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Como medir a felicidade

Por Luciano Martins Costa, do Observatório da Imprensa

A Folha de S.Paulo é o primeiro grande jornal brasileiro a dar alguma importância ao conceito da "Felicidade Interna Bruta" (FIB), uma tese nascida no Butão, uma pequena monarquia encravada entre a China e a Índia, onde a televisão só chegou em 1999.

O FIB, indicador de felicidade de uma sociedade, vem sendo apresentado ao mundo pela psicóloga e monja iogue Susan Andrews, foi tema da revista Época há dois anos, mas até então era citado pela imprensa como mera curiosidade, coisa de alternativos.

A Folha traz o assunto para seu caderno de economia e negócios na edição de terça-feira (15/9), por conta de uma declaração do presidente da França, Nicolas Sarkozy, que lidera um movimento pela alteração dos padrões contábeis em todo o mundo. Sarkozy anunciou que o Instituto Nacional de Estatísticas da França vai incorporar às regras contábeis do país indicadores de bem-estar, como gozo de férias, sentimento de realização e outras expressões de felicidade.

Esforço de Obama

Longe de ser um exotismo, como já foi qualificado por economistas ortodoxos, o conceito tem sido estudado como uma forma de valorizar políticas sociais e ambientais e de justificar o chamado Estado do bem-estar social.

Se fosse adotado hoje internacionalmente em substituição ao PIB, Produto Interno Bruto, o FIB colocaria a França em melhor posição entre os países desenvolvidos, porque levaria em conta elementos do desenvolvimento como a alta qualidade do serviço de saúde, o sistema previdenciário francês e o direito a longas férias.

Por outro lado, os Estados Unidos perderiam posição, por conta justamente de políticas sociais opostas, baseadas na privatização da maioria dos serviços essenciais que asseguram qualidade de vida.

O esforço do presidente Barack Obama para mudar o sistema americano de saúde tem o sentido de aproximar os Estados Unidos do conceito de bem-estar europeu.

Ponto de inflexão

As conclusões a que chegou a comissão encarregada pelo governo francês de estudar as mudanças no sistema de cálculo do desenvolvimento são as mesmas que freqüentam o chamado jornalismo sócio-ambiental. Ou seja, há muito os jornalistas especializados em sustentabilidade afirmam que a imprensa utiliza indicadores antiquados para medir o desempenho econômico das sociedades.

Fonte: http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=62854&edt=1. Acesso 15/09/09



Escrito por Isabel Ribeiro às 21h27
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http://www.greenpeace.org/international/assets/binaries/energy-sector-jobs-to-2030.pdf).

http://www.greenpeace.org/international/assets/binaries/energy-sector-jobs-to-2030.pdf).

Classificação:

Energias renováveis e eficiência energética podem gerar mais de 8 milhões de empregos no mundo até 2030, diz estudo do Greenpeace



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Escrito por Isabel Ribeiro às 21h23
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 IPEA

http://www.ipea.gov.br/default.jsp

Sociedade e Economia: Estratégias de Crescimento e Desenvolvimento

João Sicsú, Armando Castelar (organizadores) / Brasília, 2009

O livro oferece um conjunto de idéias que guiam o debate recente sobre o desenvolvimento econômico e social do país, suas oportunidades e desafios. É também uma publicação plural posto que, lado a lado, autores das mais diferentes escolas econômicas expõem seu pensamento em favor de um debate franco, aberto e visando um país melhor. Alguns autores são reticentes em relação ao papel a ser exercido pelo Estado no processo de desenvolvimento econômico de uma nação; outros julgam impossível alcançar algo complexo como o desenvolvimento sem a forte e planejada presença do Estado na economia.



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Escrito por Isabel Ribeiro às 22h24
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Cartilha Emprego Verde

http://www.oitbrasil.org.br

http://www.oitbrasil.org.br/topic/green_job/doc/cartilha_empregos_verdes_15.pdf



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Escrito por Isabel Ribeiro às 22h12
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